Manuel Vicente e seu avanço audacioso em direção da FSDEA

O ex-vice-presidente de Angola, Manuel Vicente, permanece destemido durante suas acusações de corrupção e suborno na Angola.

Manuel Vicente é o melhor proprietário beneficiário dos Angola Capital Partners LLC (ACP), uma empresa que afirma ser a primeira empresa de capital de fundos da Angola. É a ACP que está tentando se posicionar como o próximo gerenciador de ativos da FSDEA. O governo da Angola ainda precisa fazer um concurso público para substituir Quantum Global, deixando os investimentos na expectativa. Uma fonte próxima ao novo presidente da FSDEA, Carlos Lopes, afirma que o novo líder da FSDEA já perdeu USD 60 milhões, fazendo o movimento errado e cancelando transações financeiras do fundo soberano.

Manuel Vicente tem suas ações no ICP através do Banco Angolano “BAI”. O BAI possuem 50% dos ACP, enquanto o fundo de capital privado da Norwegian State, Norfund, possui os outros 50% da empresa. O antigo CEO da Sonangol e recente denunciante, Isabel dos Santos, publicamente divulgou a repartiçao accionária da BAI, entre outros bancos. A Sonangol coloca 80% dos seus depósitos em BAI, valorizados acima de USD 1 bilhão – dos quais o Manuel Vicente se beneficia pessoalmente através de suas accoes na BAI. O escritório de advocacia escolhido pela Sonangol, Vieria de Almeida & Associdos, representa seus interesses na Angola e no exterior, e também está próximo do ACP para o guia internacional de fundos de capital privado em 2015 e 2016. Outro escritório de advocacia, Norton Rose Fulbright, representa o governo Angolano nas Ilhas Maurício e também aconselhou Norfund sobre várias transações.

O ACP possui o fundo de capital privado “FIPA” e lançou recentemente o seu sucessor, FIPA II. O Banco Privado Atlantico (BPA) esta entre os investidores da FIPA. BPA é o banco através do qual o Manuel Vicente supostamente subornou o investigador portugues, Orlando Figueira, que estava investigando as irregularidades da Elite no país.

Fontes dizem que os recentes eventos nas Ilhas Maurício e Angola se devem ao fato de que o Presidente Angolano Lourenço foi equivocado de que os fundos da FSDEA foram mal investidos no exterior. Diz-se que o Presidente Lourenço chegou a essa conclusão, já que as verbas de FSDEA foram supostamente omitidas da folha do balanço patrimonial do Ministro das Finanças. Diz-se que Manuel Vicente está tirando o máximo proveito dessa situação usando discretamente a Unidade de Informação Financeira (UIF) nas Ilhas Mauricio para obter acesso aos fundos do FSDEA. A chefe da UIF, Francisca de Brito, está em alvo de ataque ao receber benefícios financeiros de Manuel Vicente, um membro do “Trio”, através de pagamentos feitos ao marido, Oscar de Brito, em seu emprego pelas empresas do Trio. Os outros dois membros do Trio são General Dino e General Kopelipa, infames por violarem a Lei de Proibidade da Angola.

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